Quem é Pedro Madsen?

cropped-pedro_by_oglobo.jpgPara conhecer minha história até os 30 anos recomendo a leitura de “Quando a Liberdade Vira Pó”, narrativa intensa e real de uma vida intensa e real. Conhecer essa trajetória, no entanto, não é o suficiente para me amar ou rejeitar.

Tenho a forte convicção de que somos pessoas em constante formação e crescimento. O Pedro de hoje já é diferente daquele que saiu de um período de reclusão de 498 dias. Leia-me e saiba mais sobre mim. Seja bem vindo!

POLÍTICA

Meus pensamentos políticos se alinham com os ideais de direita. Defendo a liberdade do cidadão e do empreendedor. Sonho ver todos, empreendedores individuais, diretores de grandes negócios e empregados de todos os tipos de negócio livres para negociar entre si, sem a intervenção do Estado.

Sou contra o sistema que aponta ao empreendedor à compreensão de que “vender sem nota” é a única rota possível para a sobrevivência no mercado. Também sou contra políticas que estimulam trabalhadores à posição de “cobradores de direitos” sem alinhamento com uma postura de “cumpridores de deveres”. Acredito que todos precisam entender que responsabilidade, coerência e ética são valores que ricos, pobres, patrões ou empregados precisam compartilhar.

O pensamento de direita apoia o livre mercado, a concorrência transparente que obriga as empresas a melhorarem a qualidade de seus serviços e produtos, e também a estruturarem sistemas de gestão que ampliem seu potencial de competitividade e atratividade para os consumidores.

Lamentavelmente, em nosso país, os processos de concorrência são monopolizados e os “vencedores” são sempre os mesmos grupos; de construção civil a frigoríficos. O resultado disso está nas manchetes de jornais e nas vidas das pessoas comuns, que enfrentam a maior recessão da história deste país.

Enfim, ser de direita é perceber que as conquistas sociais e econômicas de países como Estados Unidos e Canadá são resultado de uma “receita de sucesso”, e as de Rússia e Venezuela, não.

Voto 30, no Partido Novo. Esse é o único partido que rejeita verba de campanha, não permite carreira política e é formado por pessoas comuns, como você e eu.

DIREITOS HUMANOS

Sou totalmente contra a forma como se lida com os direitos humanos no Brasil. Há distorção, inversão, injustiça, falta de lógica.

Sabemos que no momento de uma ação policial o agente policial é soberano. Ele está combatendo um inimigo público e precisa usar dos meios que dispuser e forem necessários para impedir o subversor de obter êxito em sua tentativa de crime. Portanto, não nos cabe questionar ações policiais do ponto de vista dos direitos humanos, como alguns partidos políticos fazem.

Por outro lado, após a detenção, quando aquela pessoa já não mais representa uma ameaça contra o Estado e a população, é preciso lembrar que tal indivíduo continua sendo humano, e tem direitos (humanos), por mais torpe que tenha sido seu crime. Deve ser protegido de abusos e excesso de força que eventualmente possam acontecer (e acontecem). Mas, o direito dos presos, os partidos políticos não comentam, porque politicamente pode ser um tiro no pé. O interesse, lamentavelmente, não é pelo outro, mas por si próprio.

Acredito que todo cidadão tem o DIREITO de se defender quando está em posição de vítima de meliantes. E esta defesa jamais pode ser tida como um crime ou tentativa de. A vítima, como o próprio nome sugere, é a grande prejudicada, tendo ou não sucesso a empreitada do bandido.

RESSOCIALIZAÇÃO

Defendo a ressocialização dos presos, o que na verdade, na maioria dos casos, seria uma primeira socialização, devido a falta de educação e saúde na história de formação de vida do condenado.

O mais triste é ter certeza que a maciça população carcerária do Brasil ali está porque o dinheiro que deveria tê-los educado e cuidado foi usado para financiar campanhas políticas e enriquecimento de empresários e políticos.

Ressocializar, no Brasil, é dar ao indivíduo o que ele não teve (e deveria ter tido) durante sua formação.

DROGAS

Entendo que o dependente químico é um doente, e não um delinquente. Portanto, uso de drogas é um assunto médico, e não de polícia. Assim sendo, defendo a descriminalização do uso de drogas, seguindo o exemplo de países como Portugal, Alemanha, muitos estados dos Estados Unidos, e muitos outros.

Defendo também a descriminalização da atividade produtora e distribuidora da droga. O consumo será menos nocivo à saúde dos usuários e dependentes se houver fiscalização e controle de qualidade, como há com cigarro e álcool, drogas lícitas. Além do mais, a experiência recente ensina que campanhas de prevenção são mais efetivas no combate ao uso de substâncias tóxicas do que a proibição. Vide o clássico caso do cigarro e seu consumo decrescente no século XXI.

FUTEBOL

Por fim, sou flamenguista e torcedor do futebol carioca. Por este motivo, vez por outra escrevo sobre Vasco, Botafogo, Fluminense e Flamengo.

Agora que você já sabe um pouco mais sobre meu jeito de pensar, reforço o convite: leia-me e volte sempre!

 

Forte Abraço, PMA

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