Desconhecido Amor

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Minhas flores, todas eu lhe dei

Mas você não sabia, como lhe culpar?

Minhas flores, plantadas, regadas e colhidas em meu coração, todas eu lhe dei

 

Sua mão, eu segurei

Mas você não sabia, como lhe culpar?

Quando não, a minha, estendida mantive sem recuar

 

Qual o valor de uma mudra para um mercador português?

Você não sabia…

 

Maldita arrogância! De que serve um sorriso eternizado às ideias?

Por quê ignoramos incessantemente o anúncio do homem desvairado?

 

Acerta-me com o açoite de flagelo!

Acerta-me com a bala de prata!

 

E tu, que queres, porém desconheces e medo tem

Ó tu, que me atravessas e envolve como a flecha de Eros

Tu pensas que o fardo é pesado

 

Ó querida! Não me chames de querido! Veja, perceba, sinta

Receba minhas flores

Não são prata não são ouro, mas fruto puro do verdadeiro amor

 

Forte abraço, PMA

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