Lágrimas de Esperança

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Presidente Jair Bolsonaro deixa o Congresso Nacional após tomar posse. Depois de passar as tropas em revista, o presidente seguiu para o Palácio do Planalto.

Ontem me perguntaram lá da Europa: “Há muita confusão aí com a posse do Bolsonaro?”. “Há muita alegria e esperança, isso sim!” respondi imediatamente.

Certamente que esta posse, este dia 1 de janeiro de 2019, está entre as posses emblemáticas da história do país, como a de Lula em 2003 ou a de Sarney em 1985 (empossado no lugar do falecido “eleito” Tancredo Neves e rejeitado por João Figueiredo que não quis lhe entregar a faixa). A maior presença de público da história de uma posse presidencial no Brasil (115 mil pessoas). Para efeito de comparação, a posse de Lula contou 71 mil pessoas.

Esta posse não representa a esperança, mas o ressurgimento desta. Esperança esta perdida quando das descobertas das falcatruas do presidente petista e que deixaram o brasileiro de luto até então.

Por isto, quando um presidente sobe a rampa do planalto sendo ovacionado pela voz da multidão que canta a capela:

“o campeão chegou”

é muito mais do que um grito de vitória. É a voz da população oprimida, castigada por décadas por políticas de esquerda inefetivas e segregadoras (por mais que intencionalmente fossem o oposto). É um grito acompanhado de lágrimas esperançosas de que o excesso de burocracia (explicitamente orientado por Marx no cap. 2 do Manifesto do Partido Comunista), por exemplo, chegarão ao fim. É um grito de quem crê que, finalmente, sua voz é ouvida e sua vontade representada.

É uma voz de esperança de que nossos filhos aprenderão nas aulas de história quem são os Dragões da Independência, este lindo grupo que embeleza e protege a cerimônia de posse mas que nenhum de nós sequer ouviu a respeito por termos estudado em escolas cujas informações eram manipuladas pelo idealismo da esquerda. É um choro que deposita neste humilde e simples presidente a esperança de dias melhores, de dias em que seu pesado fardo como cidadão há de ser aliviado.

Este presidente que não tem vocabulário culto. Este que recebe pela primeira vez na história um 1° ministro de Israel, e ainda assim é chamado de nazista, este que me chamou de mongol aos 11 anos de idade na frente dos filhos e, tenho certeza, o faria de novo (porque é uma pessoa comum como nós, que se lixa para o ‘politicamente correto’ imposto pela esquerda que só faz reprimir o preconceito na linguagem e direcioná-lo para ações violentas). Este é quem o povo escolheu e em quem deposita sua esperança.

Oh, Sim, deve haver confusão. Mas só na cabeça dos esquerdistas fanáticos! Estes que chamam de machista um homem cuja 1ª dama discursou antes mesmo dele, quebrando o protocolo e se tornando o 1° caso no Brasil e possivelmente na história do mundo contemporâneo. Deve haver confusão na cabeça desses que o acusam de xenófobo e vêm um deputado preto eleito como o mais votado da história do Rio de Janeiro sob sua bandeira. Deve haver muita confusão na cabeça dos que o acusam de excluir certos grupos e de repente se deparam com um discurso em libras da 1ª dama no dia da posse.

Estão confusos pensando nas próximas mentiras a inventar. Ontem mesmo inventaram que não havia banheiro nem água para a imprensa, mas como temos uma imprensa livre, os canais não comprometidos com a agenda globalista denunciaram ao vivo essas mentiras descaradas de militantes travestidos de jornalistas que estavam sendo divulgadas pela grande mídia.

Pensando bem, não deve haver confusão alguma na cabeça deles. Nós lutamos por um Brasil melhor e eles lutam contra. Simples assim. Se não está de acordo com a agenda esquerdopata deles, não serve. Por mais que seja exatamente o que eles supostamente lutam para conseguir, mas se não vem diretamente deles, então não serve. Agora, porém, depois de tudo, isto está evidente como uma mancha de óleo no oceano caribenho.

Aqueles que sempre se disseram “O” bem e juntaram todo o “resto” num “eles” no mesmo pacote e ainda (n)os enquadraram como “O” mal; agora vêm “eles” insurgirem. E como a mais elementar filosofia da moral, explicitando que, quem sempre se diz o bem é na verdade o mal.

Nós, brasileiros não-fundamentalistas-de-esquerda (e de bem conforme a própria filosofia moral deles), estamos sofrendo pela primeira vez na história de excesso de esperança e otimismo. Bolsonaro mostrou que a esperança é como a Fênix. Se isto é confusão, então nós amamos a confusão!

 

Forte abraço, PMA

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